Prefeitura anuncia licitação para aquisição de gás de cozinha

A Prefeitura de Maceió publicou nesta quarta-feira (04) o edital de licitação para o fornecimento de recarga de gás de cozinha (GLP), acondicionado em botijões (13kg e 45kg), e aquisição de botijões novos (vazios), com o objetivo de atender às necessidades de diversos órgãos e entidades da administração pública municipal.

Ao todo, serão licitados lotes com 2.434 recargas de gás para botijão de 13kg e 219 recargas de gás para botijão de 45kg. O certame na modalidade pregão eletrônico também objetiva adquirir 266 botijões novos e vazios com capacidade para 13kg e mais 148 botijões novos e vazios com capacidade para 45kg.

Os objetos atendem a demandas de diversos órgãos como a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e Secretaria Municipal de Educação (Semed). Para mais informações sobre a licitação ou para ter acesso ao edital, basta clicar no endereço: http://www.licitacao.maceio.al.gov.br/visualizar/499.

Segunda tentativa

A Agência Municipal de Regulação de Serviços Delegados (Arser), órgão responsável pelo gerenciamento da licitação centralizda, reitera a importância do certame, bem como, a participação dos fornecedores que atuam no ramo. A sessão programada o próximo dia 24 de julho, às 09h, será a segunda tentativa de licitar o objeto.

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“A primeira licitação foi fracassada em função da baixa participação das empresas. Não houve empresa de Maceió e as empresas de fora do Estado não chegaram ao valor estimado de acordo com a pesquisa de mercado”, revela Vanderléia Guaris, diretora de Licitações e Contratos da Arser.

Como a compra é em larga escala, o vencedor terá a chance de fechar um grande negócio com a gestão municipal. “Imagine, vencer um contrato para fornecer gás de cozinha para diversas secretárias do Município. É uma grande oportunidade para os fornecedores venderem mais”, avalia a gestora.

A licitação é de extrema importância, principalmente porque a maior demanda é da Semas, que atende a pessoas desabrigadas que não podem ficar sem esse insumo essencial na preparação dos alimentos. “Sem isso, não temos como oferecer um serviço básico de qualidade para os nossos beneficiários, que são as pessoas desassistidas”, explica a diretora da Arser.

Fernando Coelho/ Ascom Arser

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