Arcebispo de Maceió realiza Vigília de Oração pela Nicarágua nesta quarta-feira

O Arcebispo Metropolitano de Maceió, Dom Antônio Muniz Fernandes, convocou os diocesanos para uma Vigília de Oração pelo povo da Nicarágua, nesta quarta-feira (25), iniciando às 17h com a Santa Missa, no Santuário Arquidiocesano da Virgem dos Pobres, localizado no bairro de Mangabeiras.

A vigília tem o objetivo de, em adoração, interceder pelo fim dos conflitos no país da América Central. As orações terão início às 18 horas e seguirão até às 22h, com a presidência do arcebispo.

Dom Antônio Muniz convocou e conta com a participação padres, religiosos e religiosas, Paróquias, Pastorais, Movimentos, Organismos e toda a imprensa para participar do ato religioso.

Sobre a situação na Nicarágua

A Igreja Católica na Nicarágua é perseguida pelo regime do presidente Daniel Ortega. Foi o que disse no domingo (22/07) o cardeal Leopoldo Brenes Solorzano, presidente da Conferência Episcopal do País e da Comissão para o Diálogo Nacional, no dia em que toda a América Latina se uniu em oração pela paz na Nicarágua, atingida por uma crise que desde abril último causou mais de 360 mortes.

Hoje a decisão dos bispos

“A Igreja é perseguida em várias partes do mundo hoje” – disse Dom Brenes – “faz parte da igreja, que sempre foi perseguida. Não somos estranhos” a esse fato. Pelo menos sete os episódios de profanação e vários ataques a bispos registrados desde quando o episcopado pediu a Ortega que antecipasse as eleições de 2021 para março de 2019 para acabar com a crise social e política. Dom Brenes também anunciou que nesta segunda-feira o episcopado da Nicarágua analisará se deve continuar o diálogo nacional mesmo após as declarações do presidente que acusaram os bispos de “manobras de golpe”.

Veja também  Unidade de Hemodinâmica do HGE realiza cerca de 850 procedimentos em um ano

Perigo de uma guerra civil

Por sua vez, o senador norte-americano Marco Rubio advertiu Washington de que “a possibilidade de uma guerra civil na Nicarágua é real”, e acusou Ortega de “encher as mãos de sangue”, com a repressão, recusando-se a antecipar as eleições.

Fonte: Ascom Arquidiocese de Maceió

Compartilhe: